ENH SENSIBILIZA CONTRA LIGAÇÕES CLANDESTINAS DE GÁS

A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) realizou de 14 de Julho a 8 de Agosto do corrente ano uma campanha de sensibilização contra ligações clandestinas de gás natural nos distritos de Vilankulo, Inhassoro e Govuro, norte da província de Inhambane.

A campanha consistiu na montagem de painéis publicitários (outdoors), colagem de cartazes em lugares públicos e distribuição de camisetas e bonés com mensagens sobre o perigo de ligações clandestinas de gás natural canalizado e sobre o uso das plataformas digitais para aquisição de recargas de gás natural.

A coordenadora desta iniciativa, Raquel Tatia, diz que a campanha decorreu sem sobressaltos e os objectivos foram alcançados. “Conseguimos ir a todos os locais planificados e fizemos chegar a nossa mensagem, através do material produzido, nomeadamente outdoors, cartazes, camisetas e bonés. Julgamos que as nossas mensagens foram bem recebidas, a avaliar pela reacção das pessoas”.

Tatia esclarece que a sensibilização contra as ligações clandestinas de gás natural decorre da ocorrência deste fenómeno, que representa um grande perigo para as famílias envolvidas, pois as ligações são feitas por pessoas sem preparação, com material inapropriado e sem observância de aspectos técnicos de higiene, saúde e segurança.

Quanto à mensagem sobre as plataformas digitais para a aquisição de recargas de gás natural, justifica-se pelo facto de a ENH estar a introduzir contadores de gás pré-pagos. Com efeito, todos os clientes que têm gás natural canalizado desde a sexta fase têm contadores pré-pagos, pelo que é importante massificar a divulgação das plataformas através das quais podem adquirir gás, nomeadamente E-mola, M-pesa, BCI, Cash Directo e Recargaki.

Refira-se que a rede de distribuição de gás natural do norte da província de Inhambane conta actualmente 3128 consumidores domésticos, dos quais 2113 em Vilankulo, 723 em Inhassoro e 292 de Govuro. Além do uso doméstico, o gás natural é usado em actividades comerciais e industriais, contabilizando-se 61 consumidores, dos quais 40 em Vilankulo, nove em Inhassoro e dois em Govuro.