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A produção de gás natural em pequena escala em Moçambique iniciou em 1992, num dos furos do jazigo de Pande, com o gás extraído a ser usado para a geração de electricidade para, numa primeira fase, fornecer as instalações da delegação da ENH em Vilanculos.

Posteriormente, esse gás passou a beneficiar outros consumidores em Vilanculos, mas também em Inhassoro e Govuro. Neste momento, para além de gerar electricidade, este projecto passou para uma rede de distribuição de gás natural canalizado para consumidores comerciais e domésticos dos distritos de Vilanculos, Inhassoro e Govuro, perfazendo um total cerca de 300 km de extensão, incluindo ramais de cerca de 75 km offshore, que liga ao arquipélago de Bazaruto.

A ENH é a única operadora deste projecto e está empenhada no sentido de expandir a rede de modo a beneficiar mais consumidores da região. O projecto de expansão da rede que vem sendo implementado nos últimos anos permitiu o aumento da extensão da rede de 270 Km para 350 Km e no número de consumidores beneficiários de 132, em 2007, para um total de 620 consumidores, em 2013. Em Junho último, iniciaram as obras de expansão da rede com vista a estabelecer um total de 500 ligações adicionais.

PROJECTO DE DE PANDE E TEMANE

O projecto de Pande e Temane foi o primeiro empreendimento de produção comercial (grande escala) de gás natural em Moçambique e foi criado para desenvolver os campos de Pande e Temane, localizados na província de Inhambane. Com a produção iniciada em 2004, este projecto inclui um gasoduto de 865 quilómetros, que transporta gás de Temane a Secunda, na África do Sul. Em 2012, o projecto aumentou a sua capacidade de produção, tendo passado dos anteriores 120 milhões de gigajoules por ano para 183 milhões.

A exploração e Produção dos campos de Pande e Temane são regidas por um Acordo de Produção de Petróleo (PPA), onde são parte a Sasol Petroleum Temane (SPT), uma subsidiária da companhia sul-africana Sasol; a Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH), que é uma subsidiária da ENH; e pela International Finance Corporation (IFC), um braço comercial do Banco Mundial para o sector privado. Nessa parceria, a SPT detém 70 por cento, a CMH, 25 por cento,e a IFC, 5 por cento.

O empreendimento de Pande e Temane permitiu: